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Bolsonaro afirmou que não obrigará ninguém a se vacinar

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O chefe do Executivo entende que a população deve ter sua liberdade de escolha respeitada.

Presidente Jair Bolsonaro volta a defender a liberdade de escolha da população, e afirma que, como chefe do Executivo, não obrigará ninguém a se vacinar. E fez um alerta de que o passaporte da vacina contra a Covid-19 é uma maneira de discriminação, e que as pessoas que optem em não vacinar devem ter essa garantia de liberdade.

Vale lembrar que o presidente sempre defendeu o Artigo 5º da Constituição Federal. Ele não ataca as decisões do passaporte sanitário, exigido em algumas cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, e não levanta dúvidas sobre as vacinas contra a Covid-19, algo que a extrema imprensa afirma diariamente.

Na quinta-feira (2), durante a live semanal, assim como falou em seu discurso na Organização das Nações Unidas (ONU), Bolsonaro informou que seu governo é contrário a ‘obrigatoriedade’ do passaporte sanitário, e que apoia os esforços de vacinação contra Covid-19. Respeitando sempre, a relação médico-paciente na decisão da medicação a ser utilizada.

Presidente Bolsonaro apresentou uma matéria onde a Food and Drug Administration (FDA), a Anvisa americana, afirma querer 55 anos para poder processar pedidos de informações sobre vacina de Covid-19. O tema surgiu, pois entraram com pedido na Anvisa para dar início a vacinação de crianças a partir dos seis meses de vida.

A questão da obrigatoriedade da vacina contra o Covid-19, que tem causado desconforto na população, tem relação com os casos de eventos adversos/óbitos na pós-vacinação. Importante observar que a bula da vacina do laboratório Pfizer, por exemplo, informa que: o produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Quanto a duração da proteção, são desconhecidas, uma vez que esta ainda está sendo determinada por “ensaios clínicos em curso”, e que os dados disponíveis são limitados.

Responsabilidade na compra

Outro tema falado durante a live foram as ações no início da pandemia, em fevereiro de 2020, quando Bolsonaro pediu responsabilidade ao ministro da Saúde ao assinar contratos de compras, e que o mesmo só deveria acontecer com vacinas autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Na ocasião, mesmo sem casos confirmados no Brasil do Covid-19, o presidente decretou “emergência de saúde pública em território nacional”, tendo como base o avanço da doença na China, que na época já registrava 20 mil casos de infectados e 426 mortes; além dos países que reportaram casos de infectados.

Apesar do Decreto do presidente, não cancelaram o Carnaval, e segundo o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, em entrevista à Rádio Bandeirantes, não havia motivos para pânico, pois não era possível saber como o vírus se comportaria no país. “Preocupa sim o Carnaval […] Não existe recomendação específica. A recomendação é lavar as mãos, fazer o máximo de higiene […] Não tem como a gente parar a vida”, explicou.

Em dezembro de 2020, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, ao participar de uma sessão de debates do Senado sobre vacinas, explicou que o CEO da Pfizer, durante as negociações para a assinatura do contrato, exigiu total isenção de qualquer responsabilidade de eventuais efeitos colaterais da vacina. A empresa também negou a possibilidade em ser julgada em tribunais brasileiro, e que só responderia nos tribunais internacionais.

Bolsonaro também falou da aprovação no Senado, que autorizou Estados, Municípios e setor privado comprar as vacinas. O Projeto de Lei (PL 534/2021) foi uma iniciativa do presidente da casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), juntamente com o relator da proposta, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Pacheco informou que o texto foi elaborado após consulta ao Ministério da Saúde, e que a responsabilidade de compra, permitida aos Estados e Municípios, não era uma disputa com a União. A decisão veio após uma norma do Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente reitera que o governo federal disponibilizou vacina para todos os brasileiros, e que a mesma deve ser facultada. E reforça que a Anvisa, que é independente, fica responsável em aprovar ou não.

Eventos Adversos

Falar de vacinação no Brasil tornou-se um tema proibido. Muitos casos de reações adversas estão surgindo, com destaque aos dois óbitos notificados em Santa Catarina que tiveram relação causal com a vacina contra Covid-19.

A Secretaria de Estado de Saúde de Santa Catarina, divulgou um Boletim de Monitoramento de Eventos Adversos Pós-Vacinação (EAPV) contra Covid-19, correspondente ao período de janeiro a setembro de 2021.

É considerado EAPV qualquer ocorrência médica temporal/transitória, indesejada, associada à vacinação. O boletim revela que, em relação a classificação por gravidade, 613 casos foram classificados como Eventos Adversos Graves (EAG), dos quais 242 foram óbitos temporalmente associados à vacinação.

Foi o que aconteceu com o jovem advogado, Bruno Graf, de 28 anos, morador de Blumenau. Bruno faleceu no dia 26 de agosto, dez dias após ser imunizado contra a Covid-19, após sofrer um AVC hemorrágico decorrente da Trombocitopenia trombótica imune (STT/TTS).

A STT é definida pela presença de trombose/tromboembolismo, geralmente em locais incomuns, como seio venoso cerebral ou as veias esplâncnicas com trombocitopenia acentuada após a vacinação com uma vacina de vetor de adenovírus não replicante contra Covid-19.

Quem acompanha e atua em defesa da família de Bruno Graf, é o advogado Eduardo Bastos Moreira Lima. Ele explica que não existe processo judicial, mas questionamentos de ordem administrativa.

“Nós não entramos ainda com nenhuma medida judicial. Fizemos expediente ao Ministério Público Federal e Estadual da comarca de Blumenau. Solicitamos informações a Ordem dos Advogados do Brasil, a Defensoria Pública da União, a Secretaria Municipal e Interestadual de Saúde”, informa o advogado. Ele esclarece que o Governo do Estado atestou junto a Divisão Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), que o óbito ocorreu por conta da vacinação.

Por Márcia Casali

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João Doria anunciou que irá abandonar a disputa pelas eleições presidenciais

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Com a forte queda de sua imagem, o ex-governador joga as toalhas.

Depois de muitas idas e vindas, parece que a “alta popularidade” que o então governador de São Paulo, João Doria (PSDB), dizia ter não foi o suficiente e fez com que desistisse de sua pré-candidatura às eleições presidenciais deste ano

“Me retiro da disputa com o coração ferido, mas com a alma leve. Com a sensação inequívoca do dever cumprido e missão bem realizada”, disse hoje (23) em pronunciamento transmitido pelas redes sociais.  

Doria informou que, apesar de ter sido escolhido nas prévias do PSDB como pré-candidato à presidência da República pelo partido, ele entendeu que não era “a escolha da cúpula do PSDB”

“Aceito esta realidade com a cabeça erguida. Sou um homem que respeita o bom senso, o diálogo e o equilíbrio. Sempre busquei e seguirei buscando o consenso, mesmo que ele seja contrário à minha vontade pessoal. O PSDB saberá tomar a melhor decisão no seu posicionamento para as eleições deste ano”, completou. 

Doria encerrou seu discurso agradecendo a seus apoiadores e colaboradores e destacou que é preciso uma alternativa para o que chamou de extremos. No entanto, ele não deixou claro se pretende disputar as eleições deste ano em outros cargos.

O ex-governador ganhou as eleições para o cargo em 2018 logo que utilizou o nome de Bolsonaro em sua campanha. Porém os ataques ao presidente, a quarentena eterna com suas fortes restrições, e sua viagem a Miami e a Copacabana durante o lockdown decretado por ele, teriam feito com que Doria perdesse a pouca credibilidade que ainda lhe restava.

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Eduardo Bolsonaro responde a Lacalle Pou: “É incrível que alguém cite o Lula como um exemplo positivo de algo”

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O presidente uruguaio citou o ex-presidiário como um exemplo a seguir e garantiu que copiou sua ideia de “fome zero” para seu programa habitacional em assentamentos.

Na semana passada, o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, e a ministra da Habitação, Irene Moreira, apresentaram o programa “Avançar” que trabalhará com assentamentos irregulares. Lacalle comparou o seu “megaplano” com o do “Fome Zero” de Lula Da Silva e o deputado Eduardo Bolsonaro lhe respondeu em uma publicação do nosso jornal na versão em espanhol, La Derecha Diario.

“Avançar” foi o nome que o governo deu ao novo programa que busca fornecer uma solução habitacional a milhares de pessoas que vivem em casas extremamente precárias construídas em assentamentos irregulares. O nome relembra o primeiro slogan eleitoral usado por Lacalle Pou no início da campanha para as eleições de 2019, “Evoluir”.

“É um trabalho necessário e justo”, disse o presidente sobre o Avanzar, programa que vai gastar US$ 240 milhões para trabalhar em 15.845 casas em 120 assentamentos.

A ministra Irene Moreira, afirmou na apresentação do plano executivo do projeto que este é “o maior trabalho social voltado para assentamentos irregulares da história do Uruguai”.

No entanto, o presidente uruguaio surpreendeu a todos quando, durante a apresentação do programa, admitiu que a sua ideia de “assentamento zero“, remitia às palavras do ex-presidiário, Lula da Silva, de “fome zero“.

Há muitos anos, imitando aquela frase do ‘fome zero’ do presidente Lula, hambre cero, pensamos em falar em ‘assentamento zero’. Obviamente é uma aspiração, como muitas coisas na vida. Dissemos, de acordo com os estudos, que não era para um período de governo. Basta ver os números e o valor que deve ser investido, para ver que é uma política nacional”, disse Lacalle.

Ao citar positivamente a Lula e seu antigo programa, o presidente uruguaio recebeu uma enxurrada de críticas tendo em conta que o “fome zero” – substituto do Programa Comunidade Solidária, instaurado no governo FHC – foi um fracasso transformando-se em uma imensa máquina populista de compra de votos e desperdiçando bilhões do dinheiro público.

O deputado Eduardo Bolsonaro também não deixou passar em branco o insólito discurso do presidente uruguaio e comentou em uma publicação do nosso jornal, La Derecha Diario.

Fome zero? Ninguém viu os benefícios deste programa, mas “mensalão”,”petrolão”, corrupção nos fundos de pensão dos carteiros, petroleiros e empregados bancários da Caixa Econômica Federal, entre muitos outros, o brasileiro sofre os efeitos até o dia de hoje. É incrível que alguém cite o Lula como um exemplo positivo de algo, só faltava complementar a Mujica e acabar com as FARC, assim teria falado de um dos principais agentes do Foro de São Paulo/Grupo de Puebla”, expressou no Instagram do jornal.

Em um outro comentário, que responde ao do parlamentar, uma pessoa escreveu, “o que você espera de alguém que admira o Chávez (ex-presidente de Venezuela)? Ele não tem cérebro“.

As atitudes de Lacalle assustam a muitos uruguaios que ao apoia-lo buscam fugir das garras do Foro de São Paulo. Estaria Lacalle admitindo ter um forte vínculo com os membros da esquerda latino-americana e querendo implementar as suas bandeiras?

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TSE e Telegram assinam acordo para “combater desinformação nas eleições”

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Outra plataforma nas mãos do TSE.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou um acordo, nesta terça-feira (17), com o aplicativo Telegram para “combater a propagação de notícias falsas por meio da plataforma“. Com a nova medida, que estará em vigor até o dia 31 de dezembro, um canal será aberto para receber denúncias e para a divulgar informações oficiais sobre as eleições.

De acordo com o previsto, será adotada uma ferramenta para marcar conteúdos considerados desinformativos. Pelas cláusulas, o Telegram também fará uma investigação interna para apurar a violação das políticas da plataforma.

Segundo o tribunal, o TSE é o primeiro órgão eleitoral no mundo a assinar um acordo com a plataforma e estabelecer medidas concretas para o suposto “combate às noticias falsas”.

Em março, o Telegram também aderiu ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral.

O acordo ocorreu após a plataforma ter nomeado seu representante no Brasil, o advogado Alan Campos Elias Thomaz. A medida foi tomada após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter bloqueado o funcionamento do aplicativo no país, sob a justificativa de que a plataforma não teria cumprido ordens judiciais.

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