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Dia de luto, homenagens e fake news sobre a morte de Olavo de Carvalho

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O filósofo deixa um enorme legado a milhares de brasileiros.

O presidente Jair Bolsonaro decretou, na tarde de ontem (25), luto oficial por um dia em todo o Brasil após saber da morte do professor, escritor e filósofo Olavo de Carvalho. Segundo a família, o líder cultural do conservadorismo morreu nesta segunda-feira (24), aos 74 anos, em um hospital nos Estados Unidos, onde morava com a esposa.

Na madruga, a família deu a notícia através de suas redes sociais. De acordo com o que foi publicado, o professor deixou “sua esposa, Roxane, oito filhos e 18 netos”.

O ocorrido levou milhares de simpatizantes, estudantes e políticos de direita a prestarem homenagem ao escritor. Bolsonaro foi um dos primeiros a deixar uma mensagem em suas redes sociais, na qual definiu o Olavo como um “gigante na luta pela liberdade e um farol para milhões de brasileiros”.

A pesar de algumas opiniões contrárias, o chefe de Estado e o professor sempre lutaram e compartilharam os mesmos valores e ideais. Isso ficou comprovado desde a primeira live de Bolsonaro no Facebook como presidente da república, na qual ele aparecia ao lado de uma Constituição Federal, da Bíblia Sagrada, do livro de Winston Churchill “Memórias do Segunda Guerra Mundial” e do “O mínimo que você precisa saber para não ser idiota” do Olavo de Carvalho.

Os dois livros de Bolsonaro no discurso da vitória
Primeira Live do Presidente.

Os filhos do presidente também prestaram sua homenagem. Carlos Bolsonaro agradeceu ao filósofo “por sua vida dedicada ao conhecimento, que semeou em uma terra arrasada chamada Brasil e fez florescer em muitos de nós um sentimento de esperança, de amor pela verdade e pela liberdade”.

Flavio Bolsonaro, o seu segundo filho, escreveu que “sua luta pela liberdade, certamente, será perpetuada por gerações.”.

https://www.instagram.com/p/CZJrhYgubjU/?utm_source=ig_web_copy_link

O deputado Eduardo Bolsonaro, publicou varias fotos ao lado de Olavo e assegurou-lhe que “aqui na Terra seus livros, vídeos e ensinamentos permanecerão por muito tempo ainda”.

O governo federal também compartilhou uma nota oficial sobre sua morte e o definiu como um “intransigente defensor da liberdade e escritor prolífico”.

Disponível em: https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/notas-oficiais/2022/nota-oficial-nota-de-pesar-pelo-falecimento-do-professor-olavo-de-carvalho-25-01-2022

Mais tarde, o presidente decretou luto em todo o país pela morte do professor de filosofia.

Fake News sobre a sua morte

Assim que a noticia sobre o seu falecimento se tornou de público conhecimento, várias figuras políticas da esquerda e da mídia comemoraram sua morte e divulgaram informações falsas sobre a causa, que, de acordo com eles, teria sido provocada pelo vírus chinês.

Essa falácia foi alimentada pelos comentários de uma de suas filhas, Heloisa de Carvalho, que rompeu relações com o pai em 2017 e se afiliou ao Partido dos Trabalhadores (PT). A partir desse momento, Heloisa parou de falar com o pai e se dedicou a difamá-lo na mídia e nas redes sociais. A filha do escritor também cortou laços com seus outros 7 irmãos e sua mãe, e em 2020 publicou um livro titulado “Meu pai, o guru do presidente”.

“Olavo morreu de Covid. Não tem como eu sentir grande tristeza pela morte dele, mas também não estou feliz. [Estou] sendo sincera comigo e meus sentimentos. Que Deus o perdoe de todas as maldades que cometeu”, declarou Heloisa.

Pouco tempo depois, essas alegações sobre a causa de sua morte foram desmentidas por seu médico particular, Ahmed Youssif El Tassa, que divulgou um comunicado esclarecendo que Olavo morreu em decorrência de um enfisema pulmonar associado a insuficiência cardíaca congestiva, pneumonia bacteriana e infecção.

“Ele sofria de doença broncopulmonar obstrutiva crônica, no caso, o enfisema pulmonar. Não tem nenhuma relação com a covid-19“, disse Ahmed.

Segundo o médico, a infecção foi causada pela bactéria Staphylococcus aureus, resistente ao antibiótico meticilina.

A partir do comunicado, quase todos os meios de comunicação que haviam compartilhado a fake news, alteraram os as noticias sobre a sua morte, como se nada tivesse acontecido.

Nota do médico

“Na condição de médico particular há 35 anos do Professor Olavo de Carvalho, falecido ontem, dia 24 de janeiro de 2022, no Estado da Virginia, EUA, informo oficialmente que, de acordo com os boletins médicos emitidos nos últimos dias pelo Hospital John Randolph Medical Center, a sua morte foi deflagrada por insuficiência respiratória aguda por DPOC, insuficiência cardíaca congestiva, pneumonia bacteriana e infecção generalizada (septicemia) causada pela bactéria Staphylococcus aureus Resistente à Meticilina, geralmente referida pelas siglas SARM ou MRSA. Condições que levaram a eventos tromboembólicos generalizados por coagulação intravascular disseminada (CIVD) em múltiplos órgãos.”

Olavo vinha lidando com essas doenças há algum tempo. Em várias ocasiões foi hospitalizado, e no ano passado voltou ao Brasil em busca de tratamento.

¿Quien era Olavo de Carvalho?

Olavo de Carvalho nasceu em 29 de abril de 1947 em Campinas. Católico e anticomunista, começou a dar aulas de artes liberais e religião comparada na década de 1980 e ficou conhecido por apresentar uma teoria inédita e incomparável dos quatro discursos aristotélicos.

Uma de suas principais críticas era à predominância da esquerda na imprensa e universidades brasileiras que se dedicavam a implantar o “marxismo cultural” nesses setores em busca de uma revolução comunista.

Foi através de suas 40 obras que iniciou a batalha cultural contra o comunismo, o socialismo e o progressismo no Brasil. Seus livros mais vendidos e conhecidos são “O Jardim das Aflições” (1995), “O Imbecil Coletivo” (1996) e “O Mínimo que Você Precisa Saber para não Ser um Idiota” (2013), best-sellers nas últimas três décadas. .

Em 2008 iniciou seu Curso Online de Filosofia (COF), que segundo o próprio Olavo, foi sua maior realização intelectual e pedagógica. A partir desse acontecimento, ganhou o apoio de milhares de jovens e se tornou um grande ídolo nas redes sociais. Em seu curso, foram abordados diversos temas relacionados ao campo da filosofia, história, arte, cultura, entre outros.

Apesar de ter sido perseguido por opositores e criticado por sua forma de falar ao não seguir a cartilha do “politicamente correta”, o professor é lembrado pela direita brasileira como o principal expoente da luta contra a dominação da esquerda desde a cultura, o Foro de São Paulo, a ideologia de gênero, o aborto e a teologia da libertação.

Ser odiado por multidões de ignorantes é o preço de não ser um deles”, Olavo de Carvalho (1947-2022)

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Mais um reajuste no preço da gasolina: Petrobras anuncia redução de R$ 0,18

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Reajuste foi informado pela estatal na tarde de segunda-feira.

A Petrobras vai reduzir nesta terça-feira (16) o preço de venda da gasolina A para as distribuidoras de combustível em R$ 0,18.

O reajuste foi informado no início da tarde da segunda-feira (15) pela estatal. Antes do anúncio a Petrobras já havia divulgado reduções no preço da gasolina em 19 e 28 de julho.

Com a redução, o litro da gasolina vendido pela Petrobras deixará de custar R$ 3,71 e passará a custar R$ 3,53, em uma queda de cerca de 4,8%

A empresa afirma que “a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Como a gasolina vendida nos postos de combustível recebe mistura obrigatória de 27% de etanol anidro, a Petrobras calcula que a sua parcela no custo final da gasolina paga pelos motoristas passará a ser de R$ 2,57 para cada litro.

Com a nova medida, Petrobras segue se ajustando às pressões políticas dos últimos meses e dá sinais de uma mudança de direção na política de combustíveis, com afinidade com o governo federal. Em 28 de junho, Caio Mário Paes de Andrade assumiu a presidência da empresa, justamente com a missão de sintonizar os interesses da estatal com os do Poder Executivo, além de aprimorar a comunicação com a sociedade.

*Com informações da Agência Brasil

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Iniciou oficialmente a campanha eleitoral para as eleições de 2022

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A população brasileira irá às urnas para escolher quem ocupará os cargos de presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

campanha eleitoral começou oficialmente nesta terça-feira (16): os candidatos, partidos e federações estão liberados para fazer propaganda eleitoral na internet e nas ruas. O primeiro turno das eleições será no dia 2 de outubro, quando serão escolhidos presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até 1º de outubro, um dia antes do primeiro turno, está liberada a realização de caminhadas, carreatas com carro de som, distribuição de material de campanha, comícios e compra de publicidade paga nos meios de comunicação

Os comícios poderão ser feitos entre as 8h e a meia-noite, horário que poderá ser prorrogado por mais duas horas no caso de campanha. Os carros de som estão liberados para transitar nas ruas entre as 8h e as 22h.

A distribuição de material de campanha pelos candidatos durante passeatas ou carreatas só poderá ser feita até as 22h. 

Os partidos e candidatos também poderão comprar até dez anúncios de propaganda eleitoral em jornais e revistas diferentes, em datas diversas, respeitando o espaço máximo por edição de um oitavo por página de jornal e de um quarto de página de revista. 

Na internet, a propaganda eleitoral pode ser feita em sites e redes sociais, mas deve ser identificada como publicidade e exibir o nome do candidato, partido, coligação ou federação. A propaganda por meio de telemarketing também é proibida. 

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa no dia 26 de agosto. 

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Com a queda da inflação, a atividade econômica do Brasil cresceu a um ritmo recorde em junho e atingiu o maior nível em 7 anos

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O indicador mensal de atividade econômica cresceu quase três vezes mais do que o esperado. A economia cresceu 3% desde junho de 2021 e 2,9% até agora durante o governo de Jair Bolsonaro.

O Banco Central do Brasil confirmou que a atividade econômica cresceu 0,69% em junho, na série com ajuste sazonal do indicador mensal. Os dados efetivamente pesquisados ​​superaram confortavelmente todas as projeções de mercado, pois se esperava alcançar uma expansão de apenas 0,25%.

O nível de atividade correspondente ao segundo trimestre do ano registrou aumento de 0,57% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Isso marca uma forte aceleração quando comparado às variações registradas entre o primeiro trimestre de 2021 e o último trimestre de 2020.

A série com ajuste sazonal da atividade econômica mensal mostra forte crescimento de 3,09% em relação ao mês de junho do ano passado, e expansão de 2,18% na comparação dos primeiros 6 meses de 2022 em relação aos primeiros 6 meses de 2021.

A economia brasileira apresentou grande dinamismo a partir de outubro do ano passado, após uma interrupção abrupta do crescimento em março daquele ano. Entre setembro de 2021 e junho de 2022, a atividade mensal teve alta de 3,14%.

Essa dinâmica expansiva ocorreu apesar do aumento da taxa de política monetária realizado pelo Banco Central de Roberto Campos Neto. A taxa SELIC subiu de 6,5% anual nominal em outubro de 2021 para 13,25% em junho de 2022, e desde agosto atingiu 13,75%.

Até agora na gestão de Jair Bolsonaro como presidente e Paulo Guedes como ministro da Economia, a atividade econômica brasileira acumulou um crescimento de 2,91%. Os níveis atuais de atividade são os mais altos desde abril de 2015, quando a economia brasileira estava em colapso no final do mandato de Dilma Rousseff.

Atividade econômica mensal no Brasil entre 2013 e 2022.

A média de 12 meses da série com ajuste sazonal mostra que a economia segue com a tendência de crescimento que tinha antes da pandemia, revertendo parcialmente os efeitos da crise herdada pelo PT.

As projeções de crescimento para o final do ano melhoraram consideravelmente. Enquanto em janeiro os mercados financeiros e consultores esperavam uma leve expansão de apenas 0,3% para 2022, agora a projeção é atingir um piso de pelo menos 2% ao ano.

A recuperação da economia produziu forte impacto no mercado de trabalho, conexão que se viu lubrificada em maior medida pelas políticas de flexibilização regulatória realizadas por Bolsonaro. A taxa de desemprego caiu para 9,3% no trimestre encerrado em junho e para 9,16% na série com ajuste sazonal do indicador.  

Ao lado do melhor nível de atividade desde 2015, os números referentes ao desemprego aberto são os mais baixos desde janeiro de 2016. A proporção de desempregados em relação à população ativa caiu 3,5% até o momento no governo Bolsonaro

Desemprego no Brasil entre 2012 e 2022.

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