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Brasil

El primero de Latinoamérica: Bolsonaro logra una millonaria licitación de 5G en Brasil sin empresas chinas

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Brasil se convierte en el primer país de América Latina en subastar bandas de 5G, y será el primer país de Latinoamérica en tener esta tecnología.

El gobierno de Brasil celebró la semana pasada en Brasilia la apertura de la subasta 5G. El presidente Jair Bolsonaro asistió a la ceremonia, promovida por el Ministerio de Comunicaciones y la Agencia Nacional de Telecomunicaciones (Anatel).

La Subasta 5G fue la mayor subasta de la historia de las telecomunicaciones brasileñas, incluso con un Bolsonaro que había prohibido a empresas chinas como Huawei a participar de la licitación. Los operadores Claro (México), Vivo (España) y TIM (Italia) ganaron los tres lotes principales.

En la banda de 3,5 GHz, la principal de la subasta, Claro se quedó con el lote B1 al ofrecer R$ 338 millones (5,18% más que el mínimo previsto en la licitación). El lote B2 fue comprado por Vivo por 420 millones de reales (30,69%). El lote B3 fue para TIM, que pagará 351 millones de reales (9,22%). El anuncio público también preveía un cuarto lote en la banda de 3,5 GHz, pero no hubo ninguna oferta.

La banda de 3,5 GHz,a su vez tenía múltiples los lotes regionales, a cargo de distribuidoras brasileñas. Los principales ganadores fueron Brisanet (Nordeste y Medio Oeste), Sercomtel (Norte y Estado de São Paulo), Consórcio 5G Sul (región Sur), además de Cloud2U, que operará en los estados de Río de Janeiro, Espírito Santo y Minas Gerais; y Algar Telecom, con operaciones en algunas localidades de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás y São Paulo.

La banda de 700 MHz fue adquirida por Winity II Telecom (Argentina), que ofreció 1.427 millones de reales, un 805% más que el mínimo exigido.

El derecho de exploración de las bandas será de hasta 20 años. Anatel confimró que la subasta generó un total de R$ 50.000 millones para el Estado, de los cuales 40.000 millones se destinarán a inversiones en el sector y 10.000 millones se guardarán en el Tesoro Nacional.

Nuevas tecnologías

En las capitales y en el Distrito Federal, el 5G estará disponible hasta julio del próximo año. El calendario sigue con ciudades de más de 500 mil habitantes (hasta julio de 2025); más de 200 mil habitantes (hasta julio de 2026); más de 100 mil habitantes (hasta julio de 2027), y en ciudades de más de 30 mil habitantes (hasta julio de 2028).

Esta generación de servicios móviles puede ser hasta 20 veces más rápida que la anterior, tener un tiempo de respuesta hasta 50 veces menor y una eficiencia energética hasta un 90% superior a la del 4G. La tecnología aportará nuevos modelos de negocio, puestos de trabajo e ingresos a millones de brasileños.

Se estima que con esta tecnología solamente, el Producto Interior Bruto (PIB) crecerá en unos 6,5 billones de reales en los próximos 20 años.

Además, el 5G tiene un alcance superior al 4G y el gobierno asegura que ahora las señales de datos alcanzarán a prácticamente todo el país. “Hay casi 10.000 localidades pequeñas que no tienen Internet y van a tenerlo. Es la información llegando al final de la línea, estas personas que se integran con Brasil y el mundo“, destacó el presidente Jair Bolsonaro.

La subasta recibió 15 propuestas preparadas por operadores de telecomunicaciones y proveedores regionales. La subasta autorizará el uso de radiofrecuencias en las bandas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz y 26 GHz. “Hoy entregamos a la sociedad brasileña un elemento esencial para su desarrollo futuro y presente: la ampliación y mejora de las condiciones de conectividad digital a través de la subasta 5G“, dijo el presidente de Anatel, Leonardo de Morais.

Beneficios para el Sector Privado

A cambio, las empresas ganadoras tendrán que invertir en la ampliación de la infraestructura de fibra óptica en la región amazónica a través de seis infovías (cables submarinos) que conectarán seis ciudades de la región, en la ampliación de la cobertura con señal de internet a 31.500 kilómetros de carreteras federales y a más de 9.600 localidades como aldeas, centros rurales y pueblos, donde aún no ha llegado el internet móvil.

Los proveedores también tendrán que estructurar la red de comunicación privada de la Administración Pública Federal y entregar kits de televisión a las familias de bajos ingresos del Registro Único para Programas Sociales (CadÚnico) del Gobierno Federal.

Tendremos el primer 5G de América Latina y mostraremos al mundo que Brasil está ahora en la economía digital. Ese Brasil está, ahora, ocupándose de la transformación digital. Que Brasil sea ahora un actor y se convierta en un hub de innovación para que este gran país pueda recibir empresas, inversiones en innovación, tecnología, empresas de Asia, empresas de Europa, que puedan instalarse en Brasil”, dijo el ministro de Comunicaciones, Fábio Faria.


Por Guillherme Ramos, para La Derecha Diario.

Brasil

TSE e Telegram assinam acordo para “combater desinformação nas eleições”

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Outra plataforma nas mãos do TSE.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou um acordo, nesta terça-feira (17), com o aplicativo Telegram para “combater a propagação de notícias falsas por meio da plataforma“. Com a nova medida, que estará em vigor até o dia 31 de dezembro, um canal será aberto para receber denúncias e para a divulgar informações oficiais sobre as eleições.

De acordo com o previsto, será adotada uma ferramenta para marcar conteúdos considerados desinformativos. Pelas cláusulas, o Telegram também fará uma investigação interna para apurar a violação das políticas da plataforma.

Segundo o tribunal, o TSE é o primeiro órgão eleitoral no mundo a assinar um acordo com a plataforma e estabelecer medidas concretas para o suposto “combate às noticias falsas”.

Em março, o Telegram também aderiu ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral.

O acordo ocorreu após a plataforma ter nomeado seu representante no Brasil, o advogado Alan Campos Elias Thomaz. A medida foi tomada após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter bloqueado o funcionamento do aplicativo no país, sob a justificativa de que a plataforma não teria cumprido ordens judiciais.

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TCU aprova privatização da Eletrobras

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Esta era a última etapa pendente para que o governo pudesse executar o processo de desestatização da companhia, o que pode ocorrer ainda em 2022.

O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (18), por 7 votos a 1, o modelo de privatização da Eletrobras, estatal considerada a maior empresa energética da América Latina. Resultado permite que governo abra capital da empresa ainda este ano.

Votaram a favor os ministros Aroldo Cedraz (relator), Benjamin Zymler, Bruno Dantas, Augusto Nardes, Jorge Oliveira, Antonio Anastasia e Walton Alencar Rodrigues. O ministro Vital do Rêgo, que era o revisor do processo, foi o único que votou contra.

Aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República em meados do ano passado, a privatização da Eletrobras aguardava uma análise do TCU para ser concluída. A Corte de contas já havia aprovado, em fevereiro deste ano, a modelagem financeira da desestatização e, agora, validou a forma como a empresa será repassada para controle acionário privado, nos moldes propostos pelo governo federal, por meio da venda de papéis.

O processo de privatização prevê uma capitalização da companhia. Isso significa que, a princípio, o governo não irá vender a sua participação atual. Serão emitidas ações para entrada de novos investidores, diluindo assim o capital da empresa até que a fatia da União seja de, no máximo, 45%. Apenas se essa oferta primária não der o resultado esperado é que haverá nova oferta incluindo a venda de ações da própria União.

A modelagem também prevê a segregação de Itaipu Binacional e da Eletronuclear. As ações que a Eletrobras possui nessas empresas serão repassadas à Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar), nova estatal criada em setembro do ano passado. Dessa forma, a União manterá controle sobre elas.

A Eletrobras registra lucros líquidos anuais desde 2018 – em 2022, a empresa anunciou lucro líquido de R$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre.

Em março de 2021, o governo federal informou a inclusão da Eletrobras no Programa Nacional de Desestatização, alegando que a medida possibilitará à empresa melhorar sua capacidade de investimento e contribuir para o desenvolvimento do setor energético brasileiro. A Eletrobras detém um terço da capacidade geradora de energia elétrica instalada no país. A companhia também possui quase a metade do total de linhas de transmissão.

Após a validação da desestatização da Eletrobras pelo TCU, o próximo passo é fazer o registro da operação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia federal responsável por fiscalizar o mercado de valores e na Securities and Exchange Commission (SEC), que seria o equivalente à CVM nos Estados Unidos. Isso ocorre porque a Eletrobras possui ações negociadas na bolsa de valores do país norte-americano. 

Em seguida, começa uma etapa de apresentações da Eletrobras para potenciais investidores, chamada road show e, por fim, o leilão da companhia é realizado na Bolsa de Valores brasileira (B3), ainda sem data prevista.

*Com informação da Agência Brasil

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Bolsonaro aciona STF contra Moraes por abuso de autoridade e Toffoli nega prosseguimento

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Toffoli alegou que os fatos descritos na “notícia-crime” não trazem indícios, ainda que mínimos, de materialidade delitiva.

O presidente Jair Bolsonaro entrou ontem (17) com uma ação contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na própria Corte, alegando abuso de autoridade do magistrado.No entanto, o ministro Dias Toffoli decidiu negar prosseguimento.

A peça inicial que foi assinada pelo advogado privado, Eduardo Magalhães, argumenta que Moraes descumpre a Constituição ao estender indefinidamente e de forma injustificada o chamado Inquérito das Fake News, do qual o ministro é relator.

Também são questionadas as condutas de Moraes no inquérito sobre atos antidemocráticos ocorridos em Brasília e em outro, que apura a existência de milícias digitais. Um dos argumentos é que as defesas dos investigados não têm acesso a cópia integral dos autos dos processos.

Porém o ministro Dias Toffoli decidiu hoje (18) negar prosseguimento à notícia-crime por abuso de autoridade apresentada pelo presidente.

De acordo com ele, tomou a decisão “considerando-se que os fatos narrados na inicial evidentemente não constituem crime e que não há justa causa para o prosseguimento do feito”.

A ação foi distribuída por sorteio a Toffoli, que decidiu rejeitá-la algumas horas após ela chegar a seu gabinete. Ele afirmou que a legislação exige, para que se possa configurar qualquer crime de abuso de autoridade, que haja “finalidade específica de prejudicar outrem ou beneficiar a si mesmo ou a terceiro, ou, ainda, a indicação de mero capricho ou satisfação pessoal”, o que não se configura no caso.

“Diante desse cenário, os fatos descritos na “notícia-crime” não trazem indícios, ainda que mínimos, de materialidade delitiva, não havendo nenhuma possibilidade de enquadrar as condutas imputadas em qualquer das figuras típicas apontadas”, escreveu Toffoli.

A decisão ainda pode ser alvo de recurso, pedindo reconsideração.

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