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América Latina

O filho da Cristina Kirchner convocou a todos os argentinos para o evento com o Alberto, a sua mãe e o Lula

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O líder da coalizão de esquerda Frente de Todos aderiu à iniciativa do albertismo no dia 10 de dezembro e confirmou a presença do criminoso Lula da Silva no festival realizado pelo governo.

O deputado Máximo Kirchner convidou os argentinos para um evento ao ar livre que será realizado no dia 10 de dezembro, na famosa Plaza de Mayo em Buenos Aires. O ex-presidiário Lula da Silva, a vice-presidente Cristina Kirchner e o presidente Alberto Fernandez serão os três palestrantes.

O ex-presidente do Brasil condenado por lavagem de dinheiro irá ao país hermano para comemorar o Dia da Democracia, dos Direitos Humanos e dos dois anos da atual gestão.

O chefe da coalizão Frente de Todos na Câmara dos Deputados participou da inauguração da sede do “Ateneo Cristina Conduccion” junto ao Ministro do Desenvolvimento Territorial e Habitat, Jorge Ferraresi , onde antecipou este megaevento para “reviver “a militância kirchnerista após a derrota eleitoral de novembro.

Temos que explodir de verdade a Plaza (de Mayo)Nesse dia convido o povo argentino a abraçar alguém que, como Cristina, sofreu perseguição judicial e que voltará a ser o presidente do Brasil ”, disse ele sobre a participação do Lula no festival de Alberto.

“ Confiemos em nós mesmos, demos uma demonstração de vontade transformadora, que não destrua a nossa autoestima. Vamos seguir em frente ” , disse Máximo.

O Ministro das Obras Públicas, Gabriel Katopodis , antecipou a mudança e esclareceu que não incluía apenas o Albertismo. “ O que aconteceu no dia 10 de dezembro não seria só para a nossa força política, mas para todos os setores, seria aberto, amplo, porque é o que corresponde e o que queremos ”, disse Katopodis.

Brasil

TSE e Telegram assinam acordo para “combater desinformação nas eleições”

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Outra plataforma nas mãos do TSE.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou um acordo, nesta terça-feira (17), com o aplicativo Telegram para “combater a propagação de notícias falsas por meio da plataforma“. Com a nova medida, que estará em vigor até o dia 31 de dezembro, um canal será aberto para receber denúncias e para a divulgar informações oficiais sobre as eleições.

De acordo com o previsto, será adotada uma ferramenta para marcar conteúdos considerados desinformativos. Pelas cláusulas, o Telegram também fará uma investigação interna para apurar a violação das políticas da plataforma.

Segundo o tribunal, o TSE é o primeiro órgão eleitoral no mundo a assinar um acordo com a plataforma e estabelecer medidas concretas para o suposto “combate às noticias falsas”.

Em março, o Telegram também aderiu ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral.

O acordo ocorreu após a plataforma ter nomeado seu representante no Brasil, o advogado Alan Campos Elias Thomaz. A medida foi tomada após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter bloqueado o funcionamento do aplicativo no país, sob a justificativa de que a plataforma não teria cumprido ordens judiciais.

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Uruguai

O mega plano social de Lacalle Pou: gastará 240 milhões de dólares para construir casas para usurpadores de terras

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Citando Lula e com um forte discurso a favor do “Estado presente”, o governo uruguaio lança um massivo plano de obras públicas com uma inflação próxima de 10%.

No marco do Programa Avançar, o presidente Luis Lacalle Pou informou ao público que gastará um total de 240 milhões de dólares para construir e/ou consertar cerca de 15.845 casas em 120 assentamentos em todo o país.

É importante esclarecer que é considerado um assentamento quando existem pelo menos 10 casas “precárias” construídas em terrenos privados ocupados ou de propriedade do Estado.

É um trabalho necessário e justo”, usou o presidente como desculpa pelo enorme gasto em um momento delicado para a economia uruguaia, que passa por uma inflação de quase 10 pontos ano a ano, uma das mais altas da história.

A ministra da Habitação,  Irene Moreira, do conservador Cabildo Abierto, disse na apresentação do projeto que este é “o maior trabalho social focado em assentamentos irregulares da história do Uruguai”, algo que por algum motivo mencionou com orgulho.

Direção Nacional de Integração Social e Urbana (DNISU) será responsável por este plano. Sua diretora é Florencia Arbeleche, irmã da Ministra da Economia, Azucena Arbeleche. O responsável destacou durante a apresentação que estará “atuando nos 19 departamentos em simultâneo”, atendendo a “todas as realidades”. 

Hoje temos US$ 240 milhões para investir nesse plano. Isso significa que estaremos dobrando o investimento que vem sendo feito em assentamentos nos últimos períodos”, disse Arbeleche.

Em seu discurso, Lacalle Pou citou o ex-presidente brasileiro e atual candidato  Lula da Silva. “Há muitos anos, imitando aquela frase do presidente Lula ‘fome zero’, surgiu a ideia de falar em ‘assentamento zero’. Obviamente é uma aspiração, como muitas coisas na vida, e de acordo com os estudos dissemos que não era para um período de governo. Basta ver os números e o valor a ser investido, que era uma política nacional”, disse o presidente.

Vale lembrar que Lula não alcançou a “fome zero”, e ficou conhecido ao longo dos anos que todos os programas de assistência social e obras públicas tinham um forte componente de corrupção como incentivo. Será este o caso mais uma vez?

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Brasil

TCU aprova privatização da Eletrobras

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Esta era a última etapa pendente para que o governo pudesse executar o processo de desestatização da companhia, o que pode ocorrer ainda em 2022.

O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (18), por 7 votos a 1, o modelo de privatização da Eletrobras, estatal considerada a maior empresa energética da América Latina. Resultado permite que governo abra capital da empresa ainda este ano.

Votaram a favor os ministros Aroldo Cedraz (relator), Benjamin Zymler, Bruno Dantas, Augusto Nardes, Jorge Oliveira, Antonio Anastasia e Walton Alencar Rodrigues. O ministro Vital do Rêgo, que era o revisor do processo, foi o único que votou contra.

Aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República em meados do ano passado, a privatização da Eletrobras aguardava uma análise do TCU para ser concluída. A Corte de contas já havia aprovado, em fevereiro deste ano, a modelagem financeira da desestatização e, agora, validou a forma como a empresa será repassada para controle acionário privado, nos moldes propostos pelo governo federal, por meio da venda de papéis.

O processo de privatização prevê uma capitalização da companhia. Isso significa que, a princípio, o governo não irá vender a sua participação atual. Serão emitidas ações para entrada de novos investidores, diluindo assim o capital da empresa até que a fatia da União seja de, no máximo, 45%. Apenas se essa oferta primária não der o resultado esperado é que haverá nova oferta incluindo a venda de ações da própria União.

A modelagem também prevê a segregação de Itaipu Binacional e da Eletronuclear. As ações que a Eletrobras possui nessas empresas serão repassadas à Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar), nova estatal criada em setembro do ano passado. Dessa forma, a União manterá controle sobre elas.

A Eletrobras registra lucros líquidos anuais desde 2018 – em 2022, a empresa anunciou lucro líquido de R$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre.

Em março de 2021, o governo federal informou a inclusão da Eletrobras no Programa Nacional de Desestatização, alegando que a medida possibilitará à empresa melhorar sua capacidade de investimento e contribuir para o desenvolvimento do setor energético brasileiro. A Eletrobras detém um terço da capacidade geradora de energia elétrica instalada no país. A companhia também possui quase a metade do total de linhas de transmissão.

Após a validação da desestatização da Eletrobras pelo TCU, o próximo passo é fazer o registro da operação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia federal responsável por fiscalizar o mercado de valores e na Securities and Exchange Commission (SEC), que seria o equivalente à CVM nos Estados Unidos. Isso ocorre porque a Eletrobras possui ações negociadas na bolsa de valores do país norte-americano. 

Em seguida, começa uma etapa de apresentações da Eletrobras para potenciais investidores, chamada road show e, por fim, o leilão da companhia é realizado na Bolsa de Valores brasileira (B3), ainda sem data prevista.

*Com informação da Agência Brasil

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