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Partido Liberal lança candidatura de Bolsonaro à reeleição em um megaevento

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O presidente do Brasil voltou a defender o combate ao comunismo e à ideologia de gênero, a defesa das armas, da família, dos bons costumes e da liberdade. 

O Partido Liberal (PL) organizou uma convenção na manhã deste domingo (24) para oficializar a candidatura de Jair Bolsonaro para a reeleição à presidência deste ano. O evento ocorreu no ginásio Maracanãzinho, na zona norte do Rio de Janeiro.

Durante a semana, a oposição tentou criar um movimento de boicote ao lançamento de candidatura à reeleição do atual chefe do Poder Executivo reservando vagas, para esvaziar o evento. No entanto, a esquerda novamente fracassou já que a jogada serviu de propaganda do evento e o PL gerou um novo link para a aquisição de ingressos que foram distribuídos de forma gratuita.

Os portões do ginásio abriram por volta das 8h da manhã. Ao lado de fora, o público já começava a formar uma multidão com roupas verdes e amarelas, bandeiras do Brasil e cartazes de apoio ao atual presidente da República.  

Mais de 12 mil pessoas participaram da convenção (capacidade máxima do local) que contou com a presença de um Bolsonaro emocionado com lagrimas em seus olhos, ao lado de alguns membros de sua família e aliados políticos, entre eles, o seu colega de chapa, o general Braga Netto, que teve sua candidatura aprovada e anunciada às 11h.

Convenção do PL leva mais de 12 mil ao Maracanãzinho para oficialização da  candidatura de Bolsonaro à reeleição | Maranhão Hoje
Maracanãzinho lotado em convenção para a oficialização da candidatura de Jair Bolsonaro.

A primeira a falar foi Michelle Bolsonaro, que discursou por 13 minutos. “Vocês estão aqui apoiando um projeto de libertação da nação. Há quatro anos, passamos por essa experiência e não tínhamos ideia do que íamos enfrentar, não tínhamos ideia do que estava por vir. Como falei ontem, quando eu cheguei na Santa Casa e vi meu marido na maca (fazendo referência à facada sofrida por Bolsonaro na campanha de 2018), eu olhei para o teto do hospital e falei ‘o senhor tem controle de todas as coisas’. (…) Essa nação é rica, é próspera. Ela só foi mal administrada. Deus ama essa nação”, disse a primeira-dama.

Na sequência, o presidente lembrou das dificuldades registradas nesses três últimos anos. “Tivemos que enfrentar uma pandemia, uma guerra que não acabou ainda, uma seca como há muito não se via. Buscamos medidas para minorar o sofrimento do nosso povo. Alguns falam que eu não tenho olhado pelos mais pobres. Em 2020, quando falaram para todos ficarem em casa, eu disse para combatermos o vírus, mas sem destruir a nossa economia. Os informais foram obrigados a ficar em casa, para morrerem de fome”

Bolsonaro falou para a plateia: “Quando se fala em poder do povo, alguém acha que o povo cubano não quer a liberdade? Tem? Não. Como chegar a esse ponto? Por escolhas erradas (…) A nossa missão é não atrapalhar a vida de vocês. É, cada vez mais, tirar o Estado de cima de vocês. Estado forte, povo fraco. Povo forte, Estado forte.”

O chefe de Estado defendeu ainda diálogo com jovens de esquerda, para entenderem que estão seguindo o caminho errado. Bolsonaro advertiu ainda para os males do comunismo. “Vejam o que está acontecendo com a nossa Argentina”.

“Nós não vamos sair do Brasil. Nós somos a maioria, somos do bem. Nós temos disposição para lutar pela nossa liberdade e nossa pátria”, disse Bolsonaro, ao defender as liberdades de expressão e de imprensa. “Convoco todos vocês agora, para que todo mundo, no 7 de setembro, vá às ruas pela última vez”, conclamou.

E disse ainda que “estes poucos surdos de capa preta têm que entender o que é a voz do povo”. “Têm que entender que quem faz as leis é o poder Executivo e o poder Legislativo”, continuou, em referência aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que têm se posicionado contra a transparência eleitoral.

Além de alguns integrantes da família, também estiveram presentes os deputados federais Carla Zambelli, Daniel Silveira, Onyx Lorenzoni, Luiz Lima e Hélio Lopes, o senador Romário, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, o ex-ministros Eduardo Pazuello e Tarcísio de Freitas, o ex-presidente Fernando Collor de Mello. E o advogado Frederick Wassef, além dos sertanejos Matheus e Cristiano, autores do jingle da campanha, “Capitão do povo”.

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Mais um reajuste no preço da gasolina: Petrobras anuncia redução de R$ 0,18

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Reajuste foi informado pela estatal na tarde de segunda-feira.

A Petrobras vai reduzir nesta terça-feira (16) o preço de venda da gasolina A para as distribuidoras de combustível em R$ 0,18.

O reajuste foi informado no início da tarde da segunda-feira (15) pela estatal. Antes do anúncio a Petrobras já havia divulgado reduções no preço da gasolina em 19 e 28 de julho.

Com a redução, o litro da gasolina vendido pela Petrobras deixará de custar R$ 3,71 e passará a custar R$ 3,53, em uma queda de cerca de 4,8%

A empresa afirma que “a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Como a gasolina vendida nos postos de combustível recebe mistura obrigatória de 27% de etanol anidro, a Petrobras calcula que a sua parcela no custo final da gasolina paga pelos motoristas passará a ser de R$ 2,57 para cada litro.

Com a nova medida, Petrobras segue se ajustando às pressões políticas dos últimos meses e dá sinais de uma mudança de direção na política de combustíveis, com afinidade com o governo federal. Em 28 de junho, Caio Mário Paes de Andrade assumiu a presidência da empresa, justamente com a missão de sintonizar os interesses da estatal com os do Poder Executivo, além de aprimorar a comunicação com a sociedade.

*Com informações da Agência Brasil

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Iniciou oficialmente a campanha eleitoral para as eleições de 2022

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A população brasileira irá às urnas para escolher quem ocupará os cargos de presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

campanha eleitoral começou oficialmente nesta terça-feira (16): os candidatos, partidos e federações estão liberados para fazer propaganda eleitoral na internet e nas ruas. O primeiro turno das eleições será no dia 2 de outubro, quando serão escolhidos presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até 1º de outubro, um dia antes do primeiro turno, está liberada a realização de caminhadas, carreatas com carro de som, distribuição de material de campanha, comícios e compra de publicidade paga nos meios de comunicação

Os comícios poderão ser feitos entre as 8h e a meia-noite, horário que poderá ser prorrogado por mais duas horas no caso de campanha. Os carros de som estão liberados para transitar nas ruas entre as 8h e as 22h.

A distribuição de material de campanha pelos candidatos durante passeatas ou carreatas só poderá ser feita até as 22h. 

Os partidos e candidatos também poderão comprar até dez anúncios de propaganda eleitoral em jornais e revistas diferentes, em datas diversas, respeitando o espaço máximo por edição de um oitavo por página de jornal e de um quarto de página de revista. 

Na internet, a propaganda eleitoral pode ser feita em sites e redes sociais, mas deve ser identificada como publicidade e exibir o nome do candidato, partido, coligação ou federação. A propaganda por meio de telemarketing também é proibida. 

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa no dia 26 de agosto. 

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Com a queda da inflação, a atividade econômica do Brasil cresceu a um ritmo recorde em junho e atingiu o maior nível em 7 anos

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O indicador mensal de atividade econômica cresceu quase três vezes mais do que o esperado. A economia cresceu 3% desde junho de 2021 e 2,9% até agora durante o governo de Jair Bolsonaro.

O Banco Central do Brasil confirmou que a atividade econômica cresceu 0,69% em junho, na série com ajuste sazonal do indicador mensal. Os dados efetivamente pesquisados ​​superaram confortavelmente todas as projeções de mercado, pois se esperava alcançar uma expansão de apenas 0,25%.

O nível de atividade correspondente ao segundo trimestre do ano registrou aumento de 0,57% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Isso marca uma forte aceleração quando comparado às variações registradas entre o primeiro trimestre de 2021 e o último trimestre de 2020.

A série com ajuste sazonal da atividade econômica mensal mostra forte crescimento de 3,09% em relação ao mês de junho do ano passado, e expansão de 2,18% na comparação dos primeiros 6 meses de 2022 em relação aos primeiros 6 meses de 2021.

A economia brasileira apresentou grande dinamismo a partir de outubro do ano passado, após uma interrupção abrupta do crescimento em março daquele ano. Entre setembro de 2021 e junho de 2022, a atividade mensal teve alta de 3,14%.

Essa dinâmica expansiva ocorreu apesar do aumento da taxa de política monetária realizado pelo Banco Central de Roberto Campos Neto. A taxa SELIC subiu de 6,5% anual nominal em outubro de 2021 para 13,25% em junho de 2022, e desde agosto atingiu 13,75%.

Até agora na gestão de Jair Bolsonaro como presidente e Paulo Guedes como ministro da Economia, a atividade econômica brasileira acumulou um crescimento de 2,91%. Os níveis atuais de atividade são os mais altos desde abril de 2015, quando a economia brasileira estava em colapso no final do mandato de Dilma Rousseff.

Atividade econômica mensal no Brasil entre 2013 e 2022.

A média de 12 meses da série com ajuste sazonal mostra que a economia segue com a tendência de crescimento que tinha antes da pandemia, revertendo parcialmente os efeitos da crise herdada pelo PT.

As projeções de crescimento para o final do ano melhoraram consideravelmente. Enquanto em janeiro os mercados financeiros e consultores esperavam uma leve expansão de apenas 0,3% para 2022, agora a projeção é atingir um piso de pelo menos 2% ao ano.

A recuperação da economia produziu forte impacto no mercado de trabalho, conexão que se viu lubrificada em maior medida pelas políticas de flexibilização regulatória realizadas por Bolsonaro. A taxa de desemprego caiu para 9,3% no trimestre encerrado em junho e para 9,16% na série com ajuste sazonal do indicador.  

Ao lado do melhor nível de atividade desde 2015, os números referentes ao desemprego aberto são os mais baixos desde janeiro de 2016. A proporção de desempregados em relação à população ativa caiu 3,5% até o momento no governo Bolsonaro

Desemprego no Brasil entre 2012 e 2022.

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