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Presidente Jair Bolsonaro se filia ao PL

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Bolsonaro se afiliou ao terceiro maior partido da Câmara dos deputados.

Na terça-feira (30), ocorreu a filiação do presidente Jair Bolsonaro, ao Partido Liberal (PL). A cerimônia, promovida pela legenda em um hotel em Brasília, contou também, com a filiação do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho e do senador Flávio Bolsonaro. Demais parlamentares aliados, aguardam a janela partidária para mudarem a sigla.

Presidente Bolsonaro estava sem partido desde novembro de 2019, quando deixou o Partido Social Liberal (PSL), partido pelo qual foi eleito. A legenda, que era nanica antes de 2018, tornou-se a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados. A conhecida “onda bolsonarista”, não só aumentou o número de deputados, de 1 para 52, como aumentou a participação no fundo partidário e fundo eleitoral.

Durante o evento, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, destacou que faltava ao partido um nome que representasse o projeto para o Brasil, e que Bolsonaro é a grande figura política do país. Também ressaltou as conquistas que esse governo garantiu ao povo.

Valdemar mencionou o Auxílio Brasil, como o maior programa de proteção social do mundo. O novo marco do saneamento, que levará água potável a todo país, assim como a transposição do Rio São Francisco, que beneficia lugares onde a água nunca chegava. E destacou o agronegócio que fez o Brasil bater recordes históricos. Além dos recursos enviados as prefeituras e aos governos Estaduais, no auge da pandemia. Uma ação que socorreu a quem perdeu arrecadação na crise causada pelo isolamento social.

“Senhor presidente, temos a noção exata da nossa responsabilidade ao empunhar as bandeiras de sua obra à frente de um governo que nunca se intimidou. Este é o Brasil que também está sendo construído. Este é o Brasil que vamos juntos abraçar para prosperar. Presidente Bolsonaro, seja bem-vindo ao 22, seja bem-vindo ao Partido Liberal”, disse Valdemar.

Parceria e diálogo

Merece destaque que Bolsonaro trouxe de volta um senso de justiça e a esperança de reais mudanças para o país. Uma candidatura que não foi levada a sério pela esquerda, até perceberem o crescente apoio popular, que resultou na vitória daquele que teve apenas oito segundos no horário eleitoral nas emissoras de televisão e rádio, e hoje é um líder nato, que ocupa a cadeira de maior autoridade do país.

O ato de assinatura da ficha de filiação do presidente Bolsonaro, contou com a presença de quinze ministros do governo, congressistas aliados, membros do segundo escalão, governadores do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e de Roraima, Antônio Denarium, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Em seu discurso, Bolsonaro explicou que a cerimônia era de filiação ao partido, e que não estava lançando candidaturas. O que não impediu os gritos de apoio ao ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. “O Tarcísio não é meu ministro. É ministro do Brasil. E não tem quem não se orgulhar do trabalho dele. Uma esperança enorme para o nosso querido estado de São Paulo”, comentou o presidente.

Bolsonaro lembrou de seus 28 anos como deputado federal, e afirmou que ninguém faz nada sozinho, e que ele e Valdemar não tomarão certas decisões sozinhos, pois haverá diálogo visando o melhor para o país.

“Obviamente não podemos agradar a todos, mas fazemos o possível. É um governo bastante diversificado. É um governo que procurou se compor com pessoas para servir não a grupos, ou uma pessoa, mas servir a todos”, afirmou o presidente, que acredita ser um privilégio contar com pessoas que podem decidir o futuro do Brasil.

Por fim, o presidente reforçou um bem que não pode acabar, que é a liberdade; e que em seu governo não haverá proposta para controlar a mídia e as redes sociais. E lembrou que quem tem o voto é que deve decidir o destino da nação.

Por Márcia Casali

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João Doria anunciou que irá abandonar a disputa pelas eleições presidenciais

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Com a forte queda de sua imagem, o ex-governador joga as toalhas.

Depois de muitas idas e vindas, parece que a “alta popularidade” que o então governador de São Paulo, João Doria (PSDB), dizia ter não foi o suficiente e fez com que desistisse de sua pré-candidatura às eleições presidenciais deste ano

“Me retiro da disputa com o coração ferido, mas com a alma leve. Com a sensação inequívoca do dever cumprido e missão bem realizada”, disse hoje (23) em pronunciamento transmitido pelas redes sociais.  

Doria informou que, apesar de ter sido escolhido nas prévias do PSDB como pré-candidato à presidência da República pelo partido, ele entendeu que não era “a escolha da cúpula do PSDB”

“Aceito esta realidade com a cabeça erguida. Sou um homem que respeita o bom senso, o diálogo e o equilíbrio. Sempre busquei e seguirei buscando o consenso, mesmo que ele seja contrário à minha vontade pessoal. O PSDB saberá tomar a melhor decisão no seu posicionamento para as eleições deste ano”, completou. 

Doria encerrou seu discurso agradecendo a seus apoiadores e colaboradores e destacou que é preciso uma alternativa para o que chamou de extremos. No entanto, ele não deixou claro se pretende disputar as eleições deste ano em outros cargos.

O ex-governador ganhou as eleições para o cargo em 2018 logo que utilizou o nome de Bolsonaro em sua campanha. Porém os ataques ao presidente, a quarentena eterna com suas fortes restrições, e sua viagem a Miami e a Copacabana durante o lockdown decretado por ele, teriam feito com que Doria perdesse a pouca credibilidade que ainda lhe restava.

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Eduardo Bolsonaro responde a Lacalle Pou: “É incrível que alguém cite o Lula como um exemplo positivo de algo”

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O presidente uruguaio citou o ex-presidiário como um exemplo a seguir e garantiu que copiou sua ideia de “fome zero” para seu programa habitacional em assentamentos.

Na semana passada, o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, e a ministra da Habitação, Irene Moreira, apresentaram o programa “Avançar” que trabalhará com assentamentos irregulares. Lacalle comparou o seu “megaplano” com o do “Fome Zero” de Lula Da Silva e o deputado Eduardo Bolsonaro lhe respondeu em uma publicação do nosso jornal na versão em espanhol, La Derecha Diario.

“Avançar” foi o nome que o governo deu ao novo programa que busca fornecer uma solução habitacional a milhares de pessoas que vivem em casas extremamente precárias construídas em assentamentos irregulares. O nome relembra o primeiro slogan eleitoral usado por Lacalle Pou no início da campanha para as eleições de 2019, “Evoluir”.

“É um trabalho necessário e justo”, disse o presidente sobre o Avanzar, programa que vai gastar US$ 240 milhões para trabalhar em 15.845 casas em 120 assentamentos.

A ministra Irene Moreira, afirmou na apresentação do plano executivo do projeto que este é “o maior trabalho social voltado para assentamentos irregulares da história do Uruguai”.

No entanto, o presidente uruguaio surpreendeu a todos quando, durante a apresentação do programa, admitiu que a sua ideia de “assentamento zero“, remitia às palavras do ex-presidiário, Lula da Silva, de “fome zero“.

Há muitos anos, imitando aquela frase do ‘fome zero’ do presidente Lula, hambre cero, pensamos em falar em ‘assentamento zero’. Obviamente é uma aspiração, como muitas coisas na vida. Dissemos, de acordo com os estudos, que não era para um período de governo. Basta ver os números e o valor que deve ser investido, para ver que é uma política nacional”, disse Lacalle.

Ao citar positivamente a Lula e seu antigo programa, o presidente uruguaio recebeu uma enxurrada de críticas tendo em conta que o “fome zero” – substituto do Programa Comunidade Solidária, instaurado no governo FHC – foi um fracasso transformando-se em uma imensa máquina populista de compra de votos e desperdiçando bilhões do dinheiro público.

O deputado Eduardo Bolsonaro também não deixou passar em branco o insólito discurso do presidente uruguaio e comentou em uma publicação do nosso jornal, La Derecha Diario.

Fome zero? Ninguém viu os benefícios deste programa, mas “mensalão”,”petrolão”, corrupção nos fundos de pensão dos carteiros, petroleiros e empregados bancários da Caixa Econômica Federal, entre muitos outros, o brasileiro sofre os efeitos até o dia de hoje. É incrível que alguém cite o Lula como um exemplo positivo de algo, só faltava complementar a Mujica e acabar com as FARC, assim teria falado de um dos principais agentes do Foro de São Paulo/Grupo de Puebla”, expressou no Instagram do jornal.

Em um outro comentário, que responde ao do parlamentar, uma pessoa escreveu, “o que você espera de alguém que admira o Chávez (ex-presidente de Venezuela)? Ele não tem cérebro“.

As atitudes de Lacalle assustam a muitos uruguaios que ao apoia-lo buscam fugir das garras do Foro de São Paulo. Estaria Lacalle admitindo ter um forte vínculo com os membros da esquerda latino-americana e querendo implementar as suas bandeiras?

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TSE e Telegram assinam acordo para “combater desinformação nas eleições”

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Outra plataforma nas mãos do TSE.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou um acordo, nesta terça-feira (17), com o aplicativo Telegram para “combater a propagação de notícias falsas por meio da plataforma“. Com a nova medida, que estará em vigor até o dia 31 de dezembro, um canal será aberto para receber denúncias e para a divulgar informações oficiais sobre as eleições.

De acordo com o previsto, será adotada uma ferramenta para marcar conteúdos considerados desinformativos. Pelas cláusulas, o Telegram também fará uma investigação interna para apurar a violação das políticas da plataforma.

Segundo o tribunal, o TSE é o primeiro órgão eleitoral no mundo a assinar um acordo com a plataforma e estabelecer medidas concretas para o suposto “combate às noticias falsas”.

Em março, o Telegram também aderiu ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral.

O acordo ocorreu após a plataforma ter nomeado seu representante no Brasil, o advogado Alan Campos Elias Thomaz. A medida foi tomada após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter bloqueado o funcionamento do aplicativo no país, sob a justificativa de que a plataforma não teria cumprido ordens judiciais.

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