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Suécia

Suécia cria um microchip subcutâneo para exibir dados de vacinação

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A tecnologia poderia ser lançada já em 2022 e especula-se que o governo sueco poderia tornar sua implementação obrigatória.

A Europa está a começar a desenvolver tecnologias alternativas para integrar o certificado de vacinação na vida quotidiana o mais rapidamente possível. Enquanto o Reino Unido força os cidadãos a terem o aplicativo do governo em seus telefones celulares, ou a Alemanha desenvolve um banco de dados com o status de vacinação de todos os seus cidadãos, a Suécia aponta para algo ainda mais invasivo.

Uma empresa sueca que se destaca pelo desenvolvimento de microchips anunciou que está trabalhando em um microchip que será inserido sob a pele do braço, e conterá os dados do passaporte médico, permitindo fácil acesso que dispensa o porte do certificado na mão, carteira ou telefone celular.

A empresa se chama  Epicentro e está trabalhando com o governo sueco para implementar esse microchip na sociedade nos próximos anos. O gerente da empresa, Hannes Sjoblad, explica em um vídeo que eles já testaram o aparelho e que funciona bem, e até ele já o tem implantado no braço.

“O implante pode ser lido com qualquer smartphone com função NFC (comunicação sem fio), então posso ir a um restaurante ou ao cinema, basta mostrar meu braço e passá-lo por um smartphone, e aí aparece o passaporte Covid-19 que eu tenho no meu chip”, garantiu.

Ele disse que os funcionários desta empresa também têm o microchip implantado, e que o utilizam para entrar nos escritórios, ou para armazenar dados sobre o vínculo empregatício na empresa. Além do passe de saúde, eles estão trabalhando para que o chip contenha informações do cartão de crédito, e que as pessoas possam pagar direto com o braço.

Os usuários das redes sociais questionaram a segurança desse microchip, e falaram a respeito do perigo do Estado ter acesso a uma tecnologia inserida no corpo. Para remover esse chip é preciso passar por uma cirurgia, por isso não é fácil recuar depois de tomar a decisão de usá-lo.

Europa

Suécia e Finlândia buscarão oficialmente ingressar na OTAN em maio, temem uma “invasão da Rússia”

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Rompendo décadas de neutralidade, Sanna Marin e Magdalena Andersson, as primeiras-ministras da Finlândia e da Suécia, respectivamente, se candidatarão para se tornarem parceiras plenas da OTAN.

As primeiras-ministras da Suécia e da Finlândia concordaram em enviar pedidos simultâneos de adesão à aliança da OTAN em meados de maio, informou a mídia nórdica.

O jornal finlandês Iltalehti disse na segunda-feira que “Estocolmo sugeriu que os dois países manifestassem a sua vontade de se unirem no mesmo dia“, e que Helsinque concordou imediatamente. A ideia de fazê-lo simultaneamente é porque temem, segundo suas próprias palavras, que a Rússia ataque o país que demore mais que o outro para ingressar na OTAN.

Embora seja improvável que o Kremlin decida atacar esses dois países do norte da Europa, é claro que uma vez dentro da OTAN é praticamente impossível que a Rússia coloque os olhos neles, pois isso significaria entrar em guerra com os Estados Unidos e todos da Europa.

A primeira-ministra finlandesa, Sanna Marin, disse que seu país, que compartilha uma fronteira de 1.300 quilômetros com a Rússia, buscaria ingressar na aliança “muito rapidamente, em semanas, não em meses”, embora o processo para entrar no bloco militar geralmente leve até anos.

A sua homóloga sueca, Magdalena Andersson, disse que a Suécia tinha de estar “ preparada para todo o tipo de ações da Rússia” e que “ tudo mudou” quando Moscou atacou a Ucrânia.

A resposta do Kremlin foi imediata, e neste fim de semana começou a deslocar algumas tropas para o Mar Báltico, onde disse que seria forçado a “restaurar o equilíbrio militar” reforçando suas defesas na fronteira que compartilha com a Finlândia, e até disse que não descartam a implantação de armas nucleares, se os dois países decidirem abandonar décadas de neutralidade juntando-se à OTAN.

Tanto a Suécia como a Finlândia são os dois únicos países da região que se recusaram a aderir à OTAN quando esta decidiu avançar na Europa de Leste em 1997, embora tenham se tornado os “parceiros não alinhados” da OTAN, participando de exercícios e trocando informações quando se uniram à União Europeia em 1995.

As autoridades suecas disseram que os pedidos simultâneos podem ser apresentados na semana de 16 de maio, coincidindo com a visita do presidente finlandês Sauli Niinistö a Estocolmo.

Pesquisas de opinião recentes mostraram que 68% dos finlandeses são a favor de aderir à aliança, mais que o dobro do valor pré-invasão, enquanto 12% são veementemente contra. As pesquisas na Suécia sugerem uma maioria menor, com apenas 51% dos suecos apoiando a adesão.

Essas adesões deixarão uma Europa completamente polarizada, entre aliados da Rússia e aliados da OTAN, uma espécie de Guerra Fria que parece estar mais quente do que nunca.

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Suécia

Denunciando una amenaza de Rusia a sus fronteras, Suecia encara nuevo plan para fortalecer sus Fuerzas Armadas

El Gobierno sueco ha anunciado que, tras las provocaciones de Rusia en la frontera, encarará un nuevo plan para fortalecer sus Fuerzas Armadas y su capacidad de Defensa Nacional. Funcionarios suecos no descartan un posible ataque ruso como el de Crimea.

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En una conferencia de prensa otorgada el pasado jueves 16 de octubre por el ministro de Defensa sueco Peter Hultqvist, se anunció formalmente el nuevo proyecto de ley orientado a incrementar las capacidades militares, fortalecer a las Fuerzas Armadas y mejorar la defensa nacional del país del norte europeo.   

La principal justificación del nuevo plan ha sido las tensiones desencadenadas por Rusia en la frontera: Suecia ha acusado en repetidas ocasiones a Rusia por violar los límites de seguridad establecidos internacionalmente entre los países.

A su vez, el gobierno sueco también le ha recriminado el ingreso de dos navíos de guerra rusos al territorio marítimo sueco y varios aviones militares al espacio aéreo sueco.

El proyecto fue inicialmente presentado conjuntamente entre el Partido de Centro, de ideología liberal, moderado y pro-campo, y el Partido Liberal, de ideología liberal-conservadora. De aprobarse la ley, las capacidades defensivas deberán ser aumentadas considerablemente a partir de este mismo año hasta el 2025, en cifras de gasto militar como no se veían desde la Segunda Guerra Mundial.

Todo indica que la ley será aprobada y el plan implementado, ya que cuenta con el apoyo del Ministro de Defensa, que a pesar de ser parte del Gobierno socialdemócrata, ser progresista y pacificista auto-declarado, entiende que la situación con Rusia ha llegado a un punto de inflexión.

Hultqvist, mostrándose bastante preocupado en la conferencia, aseguró que “Rusia está dispuesta a utilizar medios militares para lograr objetivos políticos”.

Ministro de defensa de Suecia Peter Hultqvist anunciando el proyecto de ley en conferencia de prensa. Foto: Mikael Kiesbye/Government Offices.

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Entre las nuevas implementaciones se encuentran el restablecimiento de 5 nuevos regimientos militares y un ala de defensa aérea, inversión en equipamientos militares, ciberseguridad e inteligencia exterior, con los objetivos de modernizar, expandir y mejorar en todo aspecto la Defensa y las Fuerzas Armadas nacionales.  

Para concretar estas acciones se estima aumentar el presupuesto al Ministerio de Defensa y a las Fuerzas Armadas en un 85% para finales de 2025, en comparación con el presupuesto inicial de 2014 (los presupuestos en Suecia se formulan cada 5 años). En números, el aumento equivaldría a la suma de 79 billones de coronas suecas, o 9 billones de dólares estadounidenses.

Asimismo, se buscará que el número de reclutas para el Ejército aumente en 8.000 por año hasta 2025, logrando la cifra esperada de un total de 90.000 soldados, en comparación con los 60.000 que hay en la actualidad.

Aviones de combate y barco de guerra suecos en la costa de Gotland, Suecia, en respuesta a ejercios militares de Rusia. Foto: Antonia Sehlstedt/Fuerzas Armadas Suecas, via Agence France-Presse – Getty Images.

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Por su parte, en la conferencia de prensa, el Ministro recalcó la propuesta del proyecto de ley presentado en la que se recomienda al gobierno dimensionar al sistema de defensa sueco para responder a ataques de guerra en su mismo territorio de manera coordinada.

En este marco, Hultqvist dejó una polémica declaración; “en este escenario, un ataque contra Suecia no puede ser descartado”, aludiendo a que una ofensiva rusa es una posibilidad seria que debe ser tenida en cuenta.
Las autoridades suecas no descartan una operación de Vladimir Putin del mismo estilo que la que hizo en Crimea, Ucrania, hace unos años.

A su vez, en el marco de la ciber-seguridad pero por fuera de este proyecto de ley, el Gobierno sueco ordenó esta semana prohibir a las empresas chinas de ZTE y Huawei operar redes móviles de 5G, y tildó a China de amenaza pública. Así, el Estado sueco se posicionó en favor de las políticas internacionales de Trump en contra del avance chino sobre la soberanía digital de las naciones occidentales.

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Suécia

Escándalo: el gobierno socialdemócrata de Suecia dio subsidios a por lo menos 45 terroristas del ISIS que vivían en el país como refugiados

Un impactante escándalo azotó al país tras la investigación de un diario sueco que reveló que el gobierno dio subsidios y becas a 45 terroristas musulmanes que vivían en Suecia y son miembros de ISIS.

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El diario sueco Expressen reveló esta semana un impactante escándalo que envuelve al gobierno sueco en la financiación indirecta del terrorismo mediante subsidios y becas a 45 terroristas musulmanes que vivían en el país y se habían enlistado a la organización terrorista ISIS (Estado Islámico).

En la investigación, se detalla que las multitudinarias ayudas económicas que el gobierno les destinaba a los 45 musulmanes por ser refugiados eran desviadas hacia el financiamiento de viajes de los terroristas a Siria, donde más fuerte es el Estado Islámico, presuntamente para entrenar, planificar atentados y acciones terroristas.

Suecia es un país azotado por la inmigración masiva de musulmanes, permitida en gran parte por la agenda ultra-progresista y globalista del Partido Socialdemócrata Sueco. El gobierno destina una inmensa cantidad de dinero en distribuir subvenciones, sobre todo a los refugiados de Medio Oriente y África, quiénes lejos de integrarse a la sociedad o adaptarse a Occidente terminan imponiendo su cultura y formas de vida a los barrios del país.

Uno de estos casos, revelado en el informe de Expressen, ha sido el de Michael Skramo, quién gracias a las ayudas económicas de las autoridades suecas logró contactar y convertirse en miembro activo del Estado Islámico.

Otro caso de suma relevancia es el de Idris Cheway, un musulmán estudiante de economía quién contactó a Skramo y siguió sus pasos. Cheway, logró obtener de las arcas del Estado sueco la increíble suma de 42.470 coronas suecas, el equivalente a 425 mil pesos argentinos o 5 mil dólares estadounidenses

Con esta importante cantidad de dinero, el terrorista le mintió en la cara al Gobierno y prometió usarlo para un viaje a Egipto y un curso de 4 meses y medio de idioma árabe en un instituto egipcio. En cambio, viajó a Siria para integrarse al ISIS y convertirse en un soldado del yihad.

Miembros del ISIS y una imagen de Idris Cheway. 

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Por otro lado, Charlotta Hansen, encargada de la administración de la Comisión Central de Ayuda Económica a los Estudios (CSN), dio un comunicado expresando la gravedad y seriedad del asunto y afirmó que se tomarán medidas para evitar que vuelva a suceder algo así. Sin embargo, rectificó que seguirá manteniendo el “generoso sistema de apoyo del que estamos muy orgullosos”.

Según el informe de Expressen, el Colegio Nacional de Defensa Sueco logró identificar en 2017 parte del mecanismo utilizado por los terroristas que viajaban a Siria, que consiste en dejarle su correo electrónico, redes sociales y probablemente un celular a una persona de confianza para que le maneje todos los aspectos de la vida y que dé la apariencia de que aún siguen en Suecia.

Hasta el momento, tan solo 45 personas han sido identificadas como terroristas que se han aprovechado de los planes sociales del Gobierno socialdemócrata y han engañado al tan generoso Estado de bienestar que le está comenzando a fallar al país.

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